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Desmistificando o Polymer: Porque o Polymer?

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No primeira parte desta série, abordei o que é o Polymer, e lá mostro o que ele é e como ele funciona, mas não mencionei quais são os principais fatores para utilização e escolha do Polymer entre outras tecnologias presentes, mas a partir de agora, este será o principal objetivo deste segundo post.

Ok! Porque o Polymer?

O principal fator decisivo para escolha do Polymer como sua ferramenta para desenvolvimento de Web Components, é sua abrangência em não apenas dar suporte através de polyfills dos padrões relacionados a Web Components, como também, a outros padrões, como por exemplo Mutation Observer e Web Animation API.

Este posicionamento, de trazer outros padrões, visando mais benefícios no desenvolvimento de Web Components Ricos, sem dúvidas, transparece a intenção dos envolvidos no desenvolvimento do Polymer em oferecer uma ferramenta integrada com o que há de melhor na web.

Outro fator muito relevante, é a proposta de oferecer elementos prontos, pois isso é nitidamente uma forma de exemplificar boas práticas no desenvolvimento de web components, como também, evitar que os desenvolvedores reinventem a roda, tendo assim mais agilidade, produtividade e o suporte a determinados componentes comumente utilizados.

E para finalizar está introdução, outro ponto interessante de analisar, é relacionado aos profissionais envolvidos no desenvolvimento do Polymer, pois tais cabeças, são realmente competentes e estão dispostos a entregar para comunidade uma ferramenta performática e extremamente útil no desenvolvimento web moderno.

Para ilustrar alguns benefícios trazidos a nós pelo Polymer, entrego a seguinte lista com relação aos "poderes" do Polymer, sendo assim, o Polymer é bom, porque é...

Produtivo: O Polymer é extremamente produtivo, pois cria abstrações incríveis no desenvolvimento de componentes, além de fornecer componentes prontos;

Declarativo: Ele é beeeeem declarativo. Isto até pode se dizer que é por causa do padrão Custom Elements, mas a abstração feita para o desenvolvimento geral de Web Components Ricos é extremamente bem feita;

Manutenível: Visto que ele possui um bom padrão de desenvolvimento e também devido a sua forma declarativa e semântica de desenvolver Web Components, tais características o tornam extremamente Manutenível;

Reusável: Uma herança direta dos padrões sob Web Components, é que desenvolver componentes com Polymer torna seu workflow extremamente reutilizável e desacoplado da camada da aplicação, possibilitando utilizar seu componente em diversos tipos de aplicação;

Interoperável: Totalmente interoperável com outras tecnologias, visto que entrega ao desenvolvedor o papel de definir quando e onde utilizar-se do Polymer, além do que é totalmente Frameworkless;

Acessível: Por default, o Polymer entrega acessibilidade, devido ao seu acesso nativo ao DOM e a APIs de Acessibilidade, como a WAI-ARIA, isso realmente não é um problema pra ele;

Componentizado: Totalmente modular, um exemplo claro, é o seu Polyfill, este pode ser utilizado, sem a camada da Polymer Library ou até mesmo sem nada do Polymer, apenas para o desenvolvimento nativo de Web Components;

Testável: Totalmente testável, visto que o time de desenvolvimento já desenvolveu ferramentas para tal prática e mais uma vez, preocupando-se com boas práticas;

Leve: Atualmente com 30kb gzipped e em sua próxima versão, com apenas 6kb gzipped.

Legal de mais da conta!

E por hoje é só pessoal....

Como eu disse no ínicio deste post, eu apenas queria levantar pontos altos a levar em consideração na escolha do Polymer, mas não deixe por esperar, continue lendo a série, sendo assim, confira o próximo post, pois nele eu crio uma espécie de Polymer FAQ (unofficial), que basicamente ilustra o que o Polymer não é.

Mas com relação a este post, qualquer dúvida ou sugestão, não deixe de comentar.

E como sempre, deixo a seguinte mensagem:

Vamos componentizar! o/